Abelhas atacam PMs em Resende e deixam um deles em estado grave

sábado, 23 de dezembro de 2017


Redação TV Rio Alerta


Nada de fuzis, granadas ou pistolas. Sete policiais militares do 37º BPM (Resende) tiveram pela frente um inusitado “inimigo” no final da tarde de sexta-feira: um enxame de abelhas africanas, que atacou a equipe, deixando um dos PMs em estado grave. 


O grupo tinha ido checar denúncia de suposta quantidade de drogas escondida numa mata do Parque Minas Gerais, na localidade Fazenda da Barra 3. 

Seis PMs ficaram feridos e conduzidos por bombeiros para o Hospital de Emergência Henrique Sérgio Grégori, onde quatro deles ainda estão internados, um em estado grave, no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) da unidade. 

Apesar de ser área rural, a região abriga um conjunto habitacional, onde foram feitos os primeiros socorros aos agentes.

De acordo com informações do batalhão, os agentes tinham se embrenhado na mata, quando se depararam com uma caixa. 
Ao abri-la, havia um enxame dentro dela. 
Em entrevista, o diretor médico do hospital, Eugênio Bruno Cambraia, informou que as vítimas apresentaram quadros de reações alérgicas. 
O policial militar que está internado no CTI, cujo nome não foi informado, levou mais de 300 picadas das abelhas.
“Ao dar entrada na unidade de saúde ele corria o risco de sofrer de insuficiência renal e por isso foi internado imediatamente no CTI. 
O estado de saúde do paciente é estável. Só está aguardando o resultado de exames completares para ser transferido para a enfermaria. 
Já os outros integrantes da equipe estão em observação e têm previsão de alta ainda neste sábado”, explicou Cambraia. 
“As picadas causam reações inflamatórias no organismo e alguns pacientes têm importantes reações alérgicas, que podem até matar”, advertiu.
Um dos PMs foi transferido hoje pela manhã para um hospital particular de Volta Redonda, que não informou sobre seu estado de saúde. 
O policial que está internado no CTI ainda sofreu outro revés. Conforme informações da PM local, após conferência dos armamentos e munições dos feridos, a supervisão deu por falta de 30 munições calibre .40 da arma do agente. 
Uma sindicância será instaurada pelo batalhão para apurar o sumiço das balas.
 
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